bueiro, me abrace forte!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

“O que você gostaria de dizer depois da sua pior briga que é quando o amor, principalmente dos idiotas que estão casados, mostra sua cara. O amor não é aquele momento onde vocês estão trepando, aquilo é sexo e sexo sempre é bom. Amor é o que vem depois. São as responsabilidades e transferências delas, são as contas da casa e as prestações dos móveis que você nem gosta, mas acabou comprando para evitar uma briga estúpida (e não adiantou por causa do tapete da sala).

O bicho homem morre de medo da solidão. Precisa se escorar num filho-da-puta qualquer para não cair. Eu chamo isso de covardia, de simbiose, de mutualismo, mas não de amor. Porque amor não existe no caos da união de duas pessoas precisando matar a si mesmas e ao mundo por um prato de comida. Não se iluda que é privilégio meu sentir tanta raiva. E eu não chamo essas linhas de raiva. Chamo de “senso crítico” e não sou eu, o único, a pregar essas sandices. É a vida quem dita. E o que se vê da vida.

Se quiser amar alguém, ame um canário na gaiola.

Teu próximo só quer de você o que todo sacana quer: favores e gozo.

E eu?

Eu só quero sair dessa jaula…”

- César Bravo

2 comentários:

Samy Morgan disse...

Nao pare de vomitar, Rogue <3

Anônimo disse...

Voltei aqui... Escreva,escreva