bueiro, me abrace forte!

sábado, 19 de novembro de 2011

Fico imaginando até que ponto tudo isso te perturba. Você se encontrando insone pela madrugada a encerrar dentro desses punhos magros o soco que merece. Ou talvez mereçamos. Por todas as vezes em que não fomos práticos admitindo que somos perdedores e nada além. Sem lamentações, sem autodepreciação. Apenas constatar que já nos misturamos a essa multidão monocromática de desencantados.

Um comentário:

Anônimo disse...

A ilusão da esperança do devir... Como um sôfrego respiro de quem no último momento possível consegue esticar a cabeça acima da água. Mas não passa de um sonho dentro do pesadelo que é a vida.