bueiro, me abrace forte!

terça-feira, 24 de maio de 2011

"Sempre penso em sumir. Algo como não deixar marcas. Durante um tempo só. Voltar um ano depois ou mesmo um mês, mas sumir. Pra algum lugar qualquer, pra uma cidadezinha no interior da França, um hotel fuleiro na Cidade do México, ou para uma Kitchenete num bairro qualquer do Rio de Janeiro, sei lá. Mas não deixar marcas. O celular desligado no fundo da mochila. E depois voltar, com a barba mais ou menos grande, o cabelo comprido, a cara de velho louco e um novo livro de poemas."

Mário Bortolotto

Um comentário:

Régis Eleutério disse...

Sempre penso tambem...