bueiro, me abrace forte!

sábado, 19 de março de 2011

Você come sua comida fria, lê seu jornal de notícias repetidas, não dá conta dessa alma gasta, dessa solidão escandalosa. Acende um cigarro e dá um trago na morte. Observa a rua pela janela semi-aberta e tem vontade de chorar, de se rasgar e não encontra remédio pra sua dor então vira os copos, engolindo revoltas, ressentimentos.

Ah, você se acostuma.

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