bueiro, me abrace forte!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Eu não sei porra nenhuma dessa vida mesmo. Eu não pertenço a lugar nenhum e não existe um ponto de partida ou chegada. O que me leva é a correnteza das horas e eu insisto em parar na primeira esquina, desrespeitando as atrocidades do tempo. Eu só escrevo para tentar me livrar das memórias desbotadas, expurgá-las dessa minha tragédia diária e letal. Em cada linha há um esquecimento, uma tentativa de romper com as lembranças, dar cor a um domingo qualquer. Insanidade, me disseram.

Um comentário:

Anônimo disse...

vc escreve por outro motivo, que não é este