bueiro, me abrace forte!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mas o depois é sempre assim exaustivo

Demasiadamente. E dói.
E eu esperando que ele fosse aparecer para me pedir (mais) desculpas e me devolver tudo. Assim, no "tomaqueéteu". Mas ele não veio. Nem um bilhete enfiou por debaixo da porta. Um merda, eu já deveria saber. 

Eu não quero mais que seja assim, essas coisas pendentes. Eternamente pendentes. Virando mágoa. Eu não quero.

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