bueiro, me abrace forte!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A angústia daquilo que viria depois

Foi porque eu me afundei tanto e tanto nele. 

A fala dele era pausada e os minutos iam escorrendo em cada breve silêncio. E me doía tentar capturar palavra por palavra para construir aquilo que eu não estava disposta a entender. 

Foi porque eu sempre absorvia tudo e só depois manifestava.
Suspirava por melodias inacabadas.

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