bueiro, me abrace forte!

quinta-feira, 29 de julho de 2010


E agora, o que eu faço com este inverno que não chove?

As palavras fogem,
as pessoas continuam a desfilar pela avenida,
a Augusta ferve.

Mas minhas mãos estão vazias,
nenhum cigarro, nenhuma bebida,
minha boca seca, meus dramas escassos...

Já não é tão fácil te escrever. Não mais.

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