bueiro, me abrace forte!

quinta-feira, 3 de junho de 2010


Olheiras profundas pelas noites insones, a garganta arranhando e os olhos em chamas. Já não restava nada, ficou oca em pouco tempo. Secou, esgotou, acabou. Agora nem espremendo sai. As mãos ainda tentam escrever, o cérebro tenta coordenar as ações e aquele músculo involuntário dentro do peito, entre hematomas, insiste em bater.

Mas há quem diga que para tudo existe cura.

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