bueiro, me abrace forte!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Havia um mundo inteiro. Mais perto ainda, já quase dentro dela, havia uma cidade. Uma cidade iluminada debaixo dos seus pés. O vento cortando a pele, esvoaçando os cabelos, ameaçando fazer com que perdesse o juízo. Diante daqueles olhos estava escancarada a possibilidade do fim. Um passo à frente, um único passo no vazio. Escuro. Eterno.

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