bueiro, me abrace forte!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Quando tudo é demais eu escolho existir menos. Escolho a fuga, a loucura, os devaneios, o meu bueiro. As veias dilatam e eu corro desse lugar que chamo de mim. Vou me deixando pelo caminho, os restos, os rastros, meus pequenos pedaços nas entrelinhas. Quem quiser que pegue ou deixe que o vento leve, assim para bem longe para que eu me esqueça, sem dor e sem rancor, dessa verdade que me sangra da alma.

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