bueiro, me abrace forte!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

No more tears

O nó bem apertado na garganta, invisível
Deixava a respiração difícil
Cada vez mais, cada vez mais
Nenhuma música, apenas o som dos carros na rua
Nó apertadíssimo, o ar não entrava e nem saía
Mas ter os olhos tão secos era a pior agonia.

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