bueiro, me abrace forte!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Todos os dias eu acordo naquele inverno, com você preso nos meus dentes.


Garçom, por favor, uma dose de esperança sem açúcar e sem gelo para eu poder saborear as migalhas que ele anda me deixando por aí. E um lencinho também, que é pra eu secar um par de lágrimas...

Com um pouco mais de disciplina, eu o esqueceria.

Era nisso que eu acreditava. Mas de repente ele reaparece. Do jeito dele, claro. Do jeito que a tecnologia permite. Um perigo que me assombra, porque eu fico sem saber o que dizer (ou melhor, o que escrever), já que em mim só sobrou esse buraco no peito que eu venho tentando arduamente preencher mas não consigo. O que restou da minha pintura foi apenas um borrão que eu não sei consertar com as tintas eu ainda tenho.

2 comentários:

Régis Eleutério M. Brandão disse...

muito boa as ananologias desse texto e do anterior... gosto do jeito q escreve!

só um conselho estetico do blog, toda vez q o leio fico cheio de listras no olhar, minhas retinas se queimam no contraste das letras brancas com o fundo preto, mas beleza... só um conselho, critica construtiva, aceite se quiser!
bejo
= *

The Rogue disse...

Não sei se agora melhorou, mas eu tentei.

Muito obrigada pelos comentários e pelo conselho, Régis!

Um beijo.