bueiro, me abrace forte!

sábado, 21 de novembro de 2009

Empurrou o prato. Estava farta. Releu a carta quase quinze vezes e nada. Nenhuma compreensão. Procurou o maço de cigarros. Vazio. "Nem isso", pensou. Cravou as unhas na mesa. Quis gritar, mas já estava afônica. Nada a seu favor.

Desistiu.
Rasgou a carta.
Dormiu sentada.

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