bueiro, me abrace forte!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Então desabar de joelhos na calçada da Augusta e observar a chuva que não cai, sentir o vômito que não sai. Amargar teus ódios insolúveis, forçar a vista na ânsia de encontrar um rosto conhecido. Nada. Ninguém. Apenas ouvir os risos das putas, sentir a heroína correr nas tuas veias. Quente. Conviver passivamente com tudo que ameaça ser mas não é. A tua faca cega que te impede o suicídio.

Nenhum comentário: