bueiro, me abrace forte!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

E ela continua a esperar.


Sentada, há mais de três horas. Fazendo a mesma cara e olhando com a mesma saudade. Saudade de quê? Talvez, e só talvez, de um tempo que agora parece nunca ter existido. Ainda sim, ela sabe - e sabe muito bem - que não existe nada para esperar. Dói no peito, bem profundo... Como há muito tempo não doía. Mas é sempre assim... Sempre. E não importa o quanto ela seja racional. Isso nunca fez diferença nas histórias que ela viveu.

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